sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Não pedia tanto.


Não pedia tanto. 
Aliás, nem pedia, nem pedi. 
Depois de te decidir, não esperei nada de ti. Apenas de mim. 
O peso da barriga era equivalente ao peso em cima de mim, dos meus ombros, das minhas costas. Tudo tenso à espera do primeiro momento para falhar e para me culpar. Pronta para, mais uma vez, dramatizar o negativo e relativizar o positivo. 

Não pedi nada. Há algo em muitas de nós que não nos faz sentir merecedoras disto.
De um amor que cresce em nós e que, depois, nos abraça. 

Nunca pensei. Nunca tentei imaginar como serias. Nunca consegui visualizar o quer que fosse. Porque não consigo, porque não sou capaz e ainda bem. 


Tendo vindo a amar-te aos bocadinhos. Nunca conseguiria aguentar com este amor todo depois do nosso parto. Tenho de o saborar assim, aos poucos. Conforme vou conseguindo.


Mas tu, tu desfazes-me. Tu e as tuas palavras e a autenticidade dos teus gestos e sentido de oportunidade.

Tu que ontem à noite me chamaste "porque tenho saudades tuas, mãe, fica aqui ao pé de mim". Tu que hoje de manhã me disseste "mãe, tenho saudades tuas". Tu, sua minorca de três anos, que me alteras aquilo de que julguei ser feita apenas com um toque, olhar ou palavra. 

Tu que não queres cortar o cabelo ou que fazes questão de misturar riscas com flores. Tu que queres as mãos do boneco direitas ou que não me deixas carregar no botão do elevador. Tu, minha pequena tudo, que mesmo sem me teres deixado dormir durante 3 anos, me colores as entranhas. 

Sinto que nunca nada chegará, mas o sentimento de poder tentar traz-me uma gratidão imensa nem que seja por te ouvir respirar quando me deito depois de ti. 

Não fui eu quem te deu vida. Foste tu. Minorca. 


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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

A Maria já voltou a sorrir e a família também!

Temos tanta coisa a acontecer nas nossas vidas que, por vezes, é complicado conseguirmo-nos por no lugar dos outros, principalmente daqueles que poderão não estar tão perto da nossa realidade. Imaginem a quantidade de más notícias que se recebem e que atravessam a vossa realidade com toda a força e onde mais vos afecta : os vossos filhos, a vossa família.

Acordar em casa, sabendo que um elemento da vossa família precisa de tratamento e urgente para sobreviver, o pequeno-almoço, o vestir, o ir para o hospital… toda a família tem de se transformar em super-heróis para continuarem a viver e, se possível, com um sorriso de esperança. Com abraços que acalmem e aqueçam.

Já vos falei uma vez da Maria que já voltou a sorrir. A Maria, um dia, ficou doente e, para ficar boa, teve de ir para um hospital para longe de casa. Conheceu a Casa Ronald McDonald, perto do hospital, e assim a Mãe e o Pai da Maria ficaram com ela, sempre, por esta casa ser uma “casa longe de casa”, também por lá conheceu o Pedro. Podem conhecer a história completa de ambos em www.casaondeestaonossocoracao.pt .




Entre 24 e 26 de Novembro, podem ajudar estas famílias com crianças em tratamento hospitalar, pedindo um McMenu em qualquer restaurante McDonald’s. Por cada McMenu, a McDonald’s contribui com 25 cêntimos para apoiar a Fundação Infantil Ronald McDonald.

Se preferirem fazê-lo de outras formas, podem sempre ver aqui como poderão fazê-lo.


A Fundação Infantil Ronald McDonald surgiu em Portugal há 17 anos e tem como objectivo  contribuir para o bem-estar das crianças e das famílias é, também, uma IPSS. Os principais espaços da fundação são as casas Ronald McDonald de Lisboa e do Porto e também o Espaço Familiar Ronald McDonald no Hospital Santa Maria em Lisboa, ambos estes espaços aproximam as famílias e as crianças, contribuindo para um maior conforto e bem-estar numa altura que tanto precisam.

Há várias maneiras de ajudar, mas de certeza que nesta sexta-feira  e sábado ou domingo se vão lembrar desta oportunidade quando passarem por algum dos 160 restaurantes McDonald’s.


*post escrito em parceria com a agência de comunicação.



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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

É difícil ser mãe sozinha, não é?

A Irene tem pai e avós, claro, mas no dia-a-dia, a logística de estar sozinha com ela é complicada. Também surgem muitas coisas positivas com o divórcio - senão não teria acontecido - mas há umas tantas que me têm esgotado muito também. 

Nada parece horrível porque é ela. E porque somos nós, mas a verdade é que há dias em que a energia desaparece e em que tudo parece mais cinzento. 

Fotografia Joana Hall


- ROTINA MATINAL

A ansiedade de manhã é maior. Sozinha tenho de me assegurar de tudo o que se passa ser feito com tempo e a horas. O pequeno-almoço tem de ser preparado, a miúda tem de estar arranjada e eu também me tenho de arranjar pelo meio. Já desisti de me maquilhar em casa, ligo a televisão enquanto tomo banho para me dar alguns segundos de descanso e ela toma o pequeno almoço no meu quarto para estar mais perto de mim e menos sozinha enquanto tomo banho. Claro que podia preparar o lanche no dia anterior (que inclui fazer um desenhinho para ela sorrir quando o for comer), mas raramente acontece. 

- CHEGAR À ESCOLA

Sou eu quem a levo e comigo o desprendimento é smais complicado do que quando era com o pai a levá-la. No meio de tudo isto é já tarde e tenho horas para picar o ponto no trabalho, embora gostasse de ficar lá mais tempo a brincar com ela. Tive de desistir do ginásio de manhã porque levá-la uma hora mais cedo para estar uma hora no ginásio a treinar e ainda tomar banho à pressa para vir trabalhar não estava a resultar para nenhuma das duas. 

- IR BUSCAR à ESCOLA

Não há cá "deixa ver se ele pode ir buscar hoje". Tenho de a ir buscar, quero ir buscar o mais cedo que puder, mas ser todos os dias a pessoa que tem essa obrigatoriedade, além de não ajudar nalguma flexibilidade no trabalho com tarefas e afins, é uma responsabilidade grandalhona. 

- TAREFAS DA CASA

Ter que, naquela hora ou horas que temos com eles de, pelo meio, arrumar a loiça, tratar da roupa, preparar o jantar, dar banho, dar a comida, comer, lavar dentes, história... 

- ADORMECER

Aquele ritual que, quanto mais cansadas estivermos, mais difícil é. Demora tanto meia hora como duas e, pelo caminho, a paciência vai diminuindo enquanto o sentimento de culpa aumenta. Temos de ser nós, não há outra hipótese. 

E isto é quando nenhuma das duas está doente ou se tem de levar trabalho para casa ou... 

Hoje estou muito cansada e tenho de pensar em "largar" rotinas antigas para incluir mudanças que me facilitem a vida, mas não consigo pedir mais nada à minha cabeça de momento.

Sinto-me feliz, grata, mas esgotada. Melhores dias virão em que não acordo a sentir que o meu corpo não parou de correr a noite toda...

Mães "sozinhas" têm truques? 



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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

No chão é que é.

É esta a conclusão a que chego. Claro que há muitas brincadeiras que posso fazer com a Irene, mas nenhuma me deixa mergulhar tanto na cabeça dela e na fantasia dela como me sentar no chão a construir em conjunto. 

Cria-se uma ligação diferente e o tempo passa de outra forma. Nem damos por ele, desaparecendo pressas e obrigações. 

Mergulha-se. 

Os Mega Bloks da Fisher-Price são uns dos brinquedos que usamos para ter este tipo de momento. São brinquedos muito úteis para ajudar a desenvolver outras capacidades da Irene como a fantasia,  a imaginação, a motricidade fina ou até mesmo de vocabulário ou de cultura com a explicação da quinta e como funciona ou as letras e para que servem. 

E arrumar os Mega Bloks também pode ser giro se jogarmos ao "atira para a caixa". Consigo pôr a Irene com vontade de arrumar assim, mesmo que já seja final do dia. 

Aproveitem para ver o vídeo para conhecerem a minha sala de estar e, já agora, para nos verem às duas em movimento. Como é para vocês, o vídeo, deixei-me de formalismos e é o que somos. :)



*Post escrito em parceria com a Fisher-Price.





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domingo, 19 de novembro de 2017

Sentir saudades pode ser bom

Sou uma pessoa muito apegada. Felizmente muito mais a pessoas, a sensações, do que a coisas. Sou uma pessoa física, gosto muito de abraços, beijos {mas só à família e amigos próximos}. Gosto de sentir que tenho os meus debaixo de asa. Preciso de lhes saber os cheiros, a temperatura das mãos e das bochechas, a respiração.

Por isso, estar longe do que mais me faz pulsar, acaba por ser um teste às saudades. Este fim de semana em que estive no Porto, tive saudades das minhas filhas. Mas foi um sentimento sempre bom. A tranquilidade em saber que estavam com a pessoa que, a par de mim, mais as ama e conhece no mundo,  o pai, também ajudou a que não houvesse qualquer ansiedade. As saudades são boas quando sabemos que vamos voltar a ter aquelas pessoas presentes na nossa vida em breve. E assim foi. O fim-de-semana passou a correr e depressa voltei para elas. Foram para Évora ter com as primas e estiveram sempre bem (até as noites foram razoáveis). A Luísa pôde aproveitar melhor a avó e o avô e a tia, a quem estava sempre a chamar.
Foi quando me senti preparada para me separar da minha filhota, quando achei que ela estava preparada, e não me enganei.
Saudades boas de cada vez que recebia uma foto ou vídeo ou de cada vez que falámos por telemóvel. E um amor ainda maior pelo David por me dar este espaço e este tempo só para mim.

                        Sortuda eu? Muito.



Colar com os nomes
Ai Ai Matilde 



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Mostro-vos a minha casa no Porto

Se há coisa mais querida do que esta casinha acolhedora em Gaia (não se enervem que eu sei que são cidades diferentes).
Quando vou passear para fora de Portugal, em escapadelas em cidade, gosto imenso de ficar em apartamentos ou moradias em vez de hotéis, para imaginar que vivo mesmo nos sítios. Desta vez, no Porto, ficámos  - eu e o Renato, que podem seguir aqui no insta - numa casa do Home Away (esta) e não podíamos ter ficado melhor instalados. Dois quartos, sala e cozinha, casa de banho, bem decorados e quentinhos, e ainda um terraço, a menos de 5 minutos a pé da ponte D. Luís I. 













Foi muito bom. Fomos de comboio, andámos de Uber ou a pé, passeamos q.b., descansámos, almoçamos no Diplomata, fomos sair à noite no sábado com amigos, dancei que me fartei... estava a fazer-me falta um fim-de-semana despreocupado, em que pudesse fazer os meus horários, em que pudesse almoçar com calma, em que pudesse estar com os meus amigos. Foi a primeira vez que dormi longe da Luísa. Correu melhor do que eu esperava, dormiu bem e andou bem disposta! Confesso que ontem já estava cheia de saudades, mas nada angustiante, só bom. Levei bomba (de extracção dupla da Medela) e foi essencial, afinal de contas o meu corpo estava habituado a amamentar todos os dias e várias vezes ao dia. 

O Porto é tudo de bom e é sempre bom voltar. Saio daqui com uma musiquinha boa, tal é o meu gosto pelo sotaque. Estava um tempo maravilhoso e foi óptimo calcorrear as ruas e ir até aos miradouros aproveitar a vista para o Douro. 










Foi muito importante para mim tirar estes dias, principalmente agora que vou recomeçar a trabalhar. Respirei fundo, enchi-me de boas energias, descansei e agora... estou pronta para o que aí vem.

Espero que tenham gostado das fotografias e da sugestão de casinha onde podem passar também uns dias! Boa semana! 



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Mudei de visual!

Já vos tinha dito aqui que andava com esta ideia de cortar o cabelo. Fui em frente.

Não percebo como demorei tanto tempo para dar este passo. Sinto-me leve e sinto que me tirou dois ou três anos! Além de que é super fácil de lavar e secar, ideal para a nova fase da minha vida.

Ainda bem que tive coragem. E nisto tenho se agradecer à "outra", que me espicaçou sempre para fazer qualquer coisa diferente.

A Catarina do Cut by Kate foi a artista da cor e do corte e este foi o resultado. Gostam? Vão ganhar coragem para arriscar mais um bocadinho também? :)









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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Primeiro filho? Não é preciso comprar tudo novo!

Depois de se saber que se está à espera do primeiro filho, as maiores dúvidas são - a par do "vou dar conta do recado?" "Vou conseguir sobreviver à privação de sono?" ou "vai chamar-se Henriqueta ou Camélia?" - o que é mesmo essencial comprar? E é aí que damos por nós todos baralhados e, a depender de todos os opinanços à nossa volta, teríamos uma lista de 79 páginas, frente e verso com mais de 891654 itens. E como é o primeiro filho, estamos mais inseguros e somos até capazes de ficar convencidos de que precisamos mesmo de um fato de astronauta para o momento da muda da fralda. E compramos. Em primeira mão porque para o nosso filho tem de ter tudo do melhor que há no mercado e a brilhar. Esta é a lógica, exagerada, mas com um fundinho de verdade.

No meu caso, acho que não fui sempre atrás desta lógica, por já ter amigas e família já com filhos e por acreditar muito nas coisas emprestadas ou em segunda mão. Antes de ter o blogue que, como sabem, nos possibilita ter acesso a pouco de tudo o que é artigos de puericultura, comprei no OLX, por exemplo, uma banheira de bebé e roupa. Dinheiro bem gasto, artigos impecáveis e, ao mesmo tempo que poupei bastante dinheiro, ajudei alguém e ajudei o ambiente. Sim, sim, consumimos demasiado, compramos demasiado plástico, e essa é também uma preocupação minha. Nem sempre mas quase sempre.

Para mim, o OLX é um dos melhores sítios para se encontrar tudo o que procuramos. Com a aplicação no telemóvel então nem se fala. Além de ser fácil a pesquisa, onde podemos escolher o tipo de artigo, o estado e o preço, e até a localização que nos for mais conveniente, podemos facilmente falar com o vendedor por chat para saber mais pormenores, negociar valores, o que seja, e receber notificações. Das coisas que mais gosto na aplicação é poder guardar os favoritos numa listinha e depois ver tudo com mais calma e escolher melhor. Há de tudo, mas o que tenho visto ultimamente são muitos produtos de qualidade a preços muito bons. Há mais de 100 mil artigos de bebé e criança



É um mundo, mas é bastante fácil navegar nele e escolher o que mais nos agrada e para a nossa carteira. Já o disse mil vezes, uma das melhores coisas que podem comprar é uma mochila ergonómica ou um sling para transportar os vossos bebés. Por cá gostamos imenso do nosso ergobaby e já vi que no OLX há imensos à venda a um preço espectacular, como por exemplo este aqui.
Depois, por exemplo, uma banheira Shantala, que eles adoram. Por que não poupar 50% na compra de uma? E cama de grades, que é para usar tão pouco tempo, dá perfeitamente para comprar em segunda mão e encontra-se muitas vezes já com colchão e roupa de cama (estou seriamente a pensar colocar lá a nossa à venda).
Sem falar de carrinho de bebé! Eu sou das que considera um essencial (não tanto quanto uma mochila ou pano mas quase), tive emprestado nos primeiros tempos da Isabel e deu imenso jeito. Há imensas opções por aqui que me parecem em óptimo estado!



Só têm de fazer o download da App aqui e começar a navegar. BOAS COMPRAS!

PS. Tenham em atenção todos os pontos do vendedor porque há quem não aceite devolução (o que não significa que as coisas não estejam em bom estado).

Espero que tenham gostado das minhas dicas. Quero saber as vossas. O que vale a pena comprar no OLX?


* post escrito em parceria com o OLX




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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Um truque para eles não ficarem tão tristes quando os deixamos de manhã.

A Irene entrou o ano passado na escola mas, entretanto, já mudou de escola uma vez. Claro que todas as crianças são diferentes e os processos de adaptação também, mas a educadora da minha filha este ano (e metade do anterior) que é só... um anjo, sugeriu, para que a Irene não ficasse tão ansiosa, que a entregasse precisamente no início das actividades do quarto (nesta escola não há salas na infantil, mas quartos).

Despeço-me da Irene, antes dela entrar na sala e, quando ela entra, entra logo na lógica de ficar sentada a ler um livro ou de fazer um bolo, ou um teatro ou no passeio. 

A passagem do testemunho é muito mais fácil. Chora quase nada (quando chora) e a minha manhã começa sem um peso gigante nos ombros (por muito que nos façamos de fortes, aquela despedida seguida deles ficarem a chamar por nós, dói muito). 

Não deve dar para toda a gente. As horas mandam em nós e há quem - como eu - tenha de picar o ponto no trabalho, mas com os meus horários consigo.

Fica a dica, mesmo assim. Força para todas as mães que vão com o coração apertado deixá-los na escola... sei bem o que é. Muitos dias, mesmo muitos dias assim. Um dia passa.



 Outro truque que nos ajudou muito aqui

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Meus amores, a nossa vida vai mudar

Meus amores,

a nossa vida vai mudar.
Vamos ter de ser uns camaleões e adaptarmo-nos ao que lá vem. O que já temos e fomos construindo servirá de alicerce para os novos tijolos que iremos empilhar.
Vai valer a pena. Vão ver-me mais feliz, mais desafiada e realizada, mais confiante.  Vão ver-me menos mas prometo que vos compensarei de cada minuto perdido com um olhar ainda mais atento, uma dança ainda mais maluca e um abraço ainda mais demorado.
Vou ser melhor. Sentir-me melhor e, por isso, melhor mãe também. Um dia irão perceber e, quem sabe, dar valor a cada esforço, a cada vitória. Vou ser malabarista do tempo, mas prometo tentar não deixar cair nenhuma bola. Se deixar, felizmente, estará alguém para que não toque sequer ao chão. Afinal de contas, somos ou não somos uma equipa? E se,  por ventura, uma das bolas cair ao chão, apanhemo-la como se nada fosse, com a maior das naturalidades, e continuemos o espectáculo. 

Vamos ter saudades de muitas coisas? Sim, vamos. Vamos construir outras. Outras memórias, outras vivências, outras amizades, outras aprendizagens.

Queridas filhas, querido David, 

Amo-vos.
Vamos dar conta. 
Vamos a isso. 















Túnicas - Bastidor Colorido
Sapatos - Hierbabuena
Laços - Lemon Hair Lovers 
Botas - Zilian 



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