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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Estou a tentar deixar as rotinas...

... pelo menos todos os dias!

É muito fácil para mim optar por aquilo que me deixa mais confortável. Sem grandes eventos e festas, mas não quero que a Irene fique um bicho do mato como a mãe. E há eventos e programas aos quais não se consegue (nem se deve dizer que não).




Aproveitem para ir ao este espectáculo, além de ser um fim-de-semana totalmente diferente (por terem uma das personagens preferidas deles em palco, ali tão perto), estão também a alimentar-lhes a fantasia... ;) 


É por aqui que vão andar: 

28 Abril –  Porto | Coliseu | 
Sessões: 15h30 (ESGOTADO) e 18h30

5 Maio (ESGOTADO) e 6 Maio – Lisboa | Coliseu dos Recreios
Sessões: 11h e 15h30

12 Maio – Coimbra | Convento de São Francisco
Sessões: 11h e 15h30

27 Maio – Braga | Fórum Braga
Sessões: 11h e 15h30


Bom show dji bola, malta!

Mais informações sobre o espectáculo aqui :)
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As paixões... tão cedo?

Li algures (já não me lembro onde nem porquê) que não se deve impingir a questão dos namoros quando são tão pequeninos (a Irene tem 4), mas é muito giro ver as ligações que vão criando uns com os outros. 

A Irene além de ter uma paixão enorme pelo pai (clássico e desejável) teve a sua primeira grande paixão (tipo mesmo Justin Bieber) por um rapaz camado Rúben com quem fomos passar férias há uns anos. Depois disso, venera o António da escola - é a maneira mais rápida de a levantar da cama, lembrando-a que vai ver os amigos e tal... António incluído...

E agora foi o animador Diogo do fim-de-semana que fomos passar a Tróia. Estava louca. Perguntava por ele constantemente, chamava-o insistentemente... É engraçado ver que tudo funciona nos nossos filhos. Gosto de a ver a gostar de outras pessoas e tanto. Ontem dizia que de 0 a 10 que gosta do Diogo 1000. Ahah. 

Nunca fui de ter posters no quarto e de venerar alguém (sem ser o Vasco da minha turma do Colégio ou a Beyoncé quando era das Destiny's Child), mas claramente isto já vem connosco. Mudava de voz e tudo quando falava com uma das animadoras ou... com o Diogo. Ahah. Nem contei a quantidade de vezes que o convidou para ir para a piscina com ela. Que amooooooooooooooooooooooooooooooor.




Sweet. 

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"Veste-se mesmo mal!"

Eu percebo a senhora. Se perguntei... ouvi! 

Fui passar este fim-de-semana ao Aqualuz Tróia a um evento de  bloggers e, por causa disso também fiz um story em que mostrava a minha roupa e perguntava: "estou vestida decentemente para um evento de bloggers?". Fiz esse post por estar com os "Vans da carneirada" e, já agora, por estar linda. 

As estatísticas do story deu metade, metade ou mais não, mas entretanto não fui rever, mas entretanto recebi uma mensagem deliciosa. Fiz print, claro, que não vos falte nada: 





Pronto. Agora somos muito amigas e vamos às compras juntas para a semana. Mas, seja como for, estava tesudona. Tenho de ir retocar o cabelo, mas estava tesudona. 







Sei que a minha forma de vestir é muitas vezes assunto, mas... esta teve que ser :)

Brincos folha e colar coração - Papaia Acessórios 

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

É errado manipulá-la?


O que faço? Estou cheia de saudades de a ver de cabelinho curto. Fica com uma cara tão mais de boneca e realça tão mais os traços dela, a boca, fica tão delicada, mas ela não quer...

...há uma parte de mim que pensa: vou fazer campanha, propaganda e fazer-lhe a cabeça para não só ela ir cortar o cabelo como também irá gostar.

... há outra parte de mim que pensa: ela não quer, não quer. Ela lá sabe com usar o cabelo dela, não é? 

É. 

Mas fica ainda mais bonita de cabelo curto (e é tão mais fácil de lidar, agora no Verão também...). 


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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Não há cá "calma"!!!

O pior que me podem dizer é para ter "calma" ou que "não é nada" ou que "vai passar". 

"Calma que um dia ela dorme a noite inteira".

"Calma que isso não é assim tão grave".

"Calma, também não exageres".

"Calma, não pode ser assim tão mau!"

Pode. 

Para quem esteja na plateia a ver-nos nadar, é simples: só faltam mais umas piscinas. Para quem já nadou umas 5000, não é mais uma piscina, não é "mais uma noite sem dormir", são "5001" piscinas e pior...

... é não ter opção. 

A vida não volta atrás (no fundo nem queremos), mas sabemos que a vida não volta para trás. Nunca mais. 

Não há opção. Porque, quando há, a mãe escolhe fazer outra coisa. Não é por haver outras coisas no mundo e outras coisas que as outras mães façam que existem outras opções. Cada mulher tem o seu percurso, sabe o que precisa e o quanto LHE custa. 

É normal que custe também. É normal que não dormindo, não descansando, tendo "agora" uma nova preocupação e constante e todas as outras que vêm daí (comer não comer, mamar não mamar, dormir não dormir, estar feliz ou não estar, estar doente não estar, escola certa ou errada, ...) nos moam a cabeça.

Deixem-nos dizer que estamos cansadas. Deixem-nos dizer que estamos tristes, irritadas, zangadas, desesperadas, É o que é, quando é. 

E nós, nós não somos fracas por estarmos tão cansadas e fartas que não nos conseguimos mexer. Nós somos enormes por continuarmos a fazê-lo. É o amor que nos move. E a determinação. 

E aqueles sorrisos...claro. Aqueles sorrisos... e os pés descalços... 

Se passarmos o que vivemos para uma imagem que nos ajude a perceber, é aquele momento em que já todas as forças faltam a quem faça um desporto, em que já chora de dores e cansaço mas que continua a correr. Nós nem opção temos, não dá para desistir (e ainda bem). 

Por isso, não há cá calma, pessoas.

Há cansaço. E deixem-nos falar o que quisermos. 



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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Que filha é esta? E estou a chorar porquê?

São raras as vezes em que passeio pelas fotografias da Irene quando era mais pequenina. Ando tão concentrada no presente (ou, erradamente, no futuro) que me vou esquecendo que todos os dias passam a passado e que todos os dias são dias novos em que ela estará a crescer e a mudar.

Aconteceu-me no outro dia porque tive de ir "ao disco" e dei por mim com grandes sentimentos de tristeza. Chorei. Como se (o que vou partilhar é uma estupidez e eu sei) a Irene de cada fotografia nunca mais voltasse e que eu não aproveitei o suficiente. 

O que vale e nisso ajuda-me muito o blog é que sei que independentemente de não conseguir sentir o sabor desses dias (por não parecerem ter passado por mim, seja por que motivo for) que, na altura, terei sempre amado e dado o meu melhor. Nos passeios diários quando ficar em casa me consumia, nos banhos em todos os momentos. 

Por alguma razão olho para o passado só com tristeza, como se me sentisse péssima mãe todos os dias e sei que não isso é verdade. Sei que estou longe de ser a mãe perfeita (se é que existe) ou até a melhor mãe que consiga ser, mas não entendo qual a razão para me massacrar tanto. 

Parece que tenho saudades dela por nunca a ter vivido e, no entanto, não tenho feito outra coisa. Que lágrimas são estas? 























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