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domingo, 19 de novembro de 2017

Sentir saudades pode ser bom

Sou uma pessoa muito apegada. Felizmente muito mais a pessoas, a sensações, do que a coisas. Sou uma pessoa física, gosto muito de abraços, beijos {mas só à família e amigos próximos}. Gosto de sentir que tenho os meus debaixo de asa. Preciso de lhes saber os cheiros, a temperatura das mãos e das bochechas, a respiração.

Por isso, estar longe do que mais me faz pulsar, acaba por ser um teste às saudades. Este fim de semana em que estive no Porto, tive saudades das minhas filhas. Mas foi um sentimento sempre bom. A tranquilidade em saber que estavam com a pessoa que, a par de mim, mais as ama e conhece no mundo,  o pai, também ajudou a que não houvesse qualquer ansiedade. As saudades são boas quando sabemos que vamos voltar a ter aquelas pessoas presentes na nossa vida em breve. E assim foi. O fim-de-semana passou a correr e depressa voltei para elas. Foram para Évora ter com as primas e estiveram sempre bem (até as noites foram razoáveis). A Luísa pôde aproveitar melhor a avó e o avô e a tia, a quem estava sempre a chamar.
Foi quando me senti preparada para me separar da minha filhota, quando achei que ela estava preparada, e não me enganei.
Saudades boas de cada vez que recebia uma foto ou vídeo ou de cada vez que falámos por telemóvel. E um amor ainda maior pelo David por me dar este espaço e este tempo só para mim.

                        Sortuda eu? Muito.



Colar com os nomes
Ai Ai Matilde 



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Mostro-vos a minha casa no Porto

Se há coisa mais querida do que esta casinha acolhedora em Gaia (não se enervem que eu sei que são cidades diferentes).
Quando vou passear para fora de Portugal, em escapadelas em cidade, gosto imenso de ficar em apartamentos ou moradias em vez de hotéis, para imaginar que vivo mesmo nos sítios. Desta vez, no Porto, ficámos  - eu e o Renato, que podem seguir aqui no insta - numa casa do Home Away (esta) e não podíamos ter ficado melhor instalados. Dois quartos, sala e cozinha, casa de banho, bem decorados e quentinhos, e ainda um terraço, a menos de 5 minutos a pé da ponte D. Luís I. 













Foi muito bom. Fomos de comboio, andámos de Uber ou a pé, passeamos q.b., descansámos, almoçamos no Diplomata, fomos sair à noite no sábado com amigos, dancei que me fartei... estava a fazer-me falta um fim-de-semana despreocupado, em que pudesse fazer os meus horários, em que pudesse almoçar com calma, em que pudesse estar com os meus amigos. Foi a primeira vez que dormi longe da Luísa. Correu melhor do que eu esperava, dormiu bem e andou bem disposta! Confesso que ontem já estava cheia de saudades, mas nada angustiante, só bom. Levei bomba (de extracção dupla da Medela) e foi essencial, afinal de contas o meu corpo estava habituado a amamentar todos os dias e várias vezes ao dia. 

O Porto é tudo de bom e é sempre bom voltar. Saio daqui com uma musiquinha boa, tal é o meu gosto pelo sotaque. Estava um tempo maravilhoso e foi óptimo calcorrear as ruas e ir até aos miradouros aproveitar a vista para o Douro. 










Foi muito importante para mim tirar estes dias, principalmente agora que vou recomeçar a trabalhar. Respirei fundo, enchi-me de boas energias, descansei e agora... estou pronta para o que aí vem.

Espero que tenham gostado das fotografias e da sugestão de casinha onde podem passar também uns dias! Boa semana! 



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Mudei de visual!

Já vos tinha dito aqui que andava com esta ideia de cortar o cabelo. Fui em frente.

Não percebo como demorei tanto tempo para dar este passo. Sinto-me leve e sinto que me tirou dois ou três anos! Além de que é super fácil de lavar e secar, ideal para a nova fase da minha vida.

Ainda bem que tive coragem. E nisto tenho se agradecer à "outra", que me espicaçou sempre para fazer qualquer coisa diferente.

A Catarina do Cut by Kate foi a artista da cor e do corte e este foi o resultado. Gostam? Vão ganhar coragem para arriscar mais um bocadinho também? :)









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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Segredo de beleza prático e acessível

Tenho acne desde os meus onze, doze anos. A minha pele sempre foi uma desgraça e nem com a maternidade, ao contrário do que me diziam, melhorou. Fiz imensos tratamentos, desde antibióticos a peelings, gastei imenso dinheiro e nada. Tenho marcas, manchas e lá chega, de vez em quando, uma borbulha nova, para me recordar de anos e anos em frente ao espelho, chateada. Conformei-me. Mais ou menos. Esta sou eu, é a minha pele, a minha história, as minhas hormonas. Quando não estou muito bem com isso, maquilho-me.

Agora que experimentei o CC Cream da bioten, que é natural, sem parabenos, sem parafina e que ainda por cima hidrata e tem factor de protecção SPF20, sou bem capaz de fazer disto um ritual diário. 

Conseguem perceber o antes e o depois
  


Credo, nunca os meus poros estiveram tão expostos. Só me "maquilhei" com o creme de correcção de cor Skin Moisture da bioten  (tom claro, no meu caso), pus rímel e um baton rosa. Já está. Tão simples e a dar-me logo aquela luminosidade que dá uma confiançazinha extra. 

Este CC Cream:
- hidrata 
tem Hydro Nutrient 24H e extrato de marmelo 100% natural
- disfarça imperfeições
tem pigmentos minerais e activos naturais avançados
- protege a pele da radiação solar
tem factor de protecção SPF 20






Um tudo-em-um que uniformiza o tom de pele, que hidrata por muitas horas e que me ajuda a parecer uma mulher de 31, mãe, em vez de uma adolescente de 14 anos, com borbulhas em erupção. E que, ainda por cima, é acessível, não chega aos 7 euros, à venda nos super e hipermercados. De uma marca que tem uma preocupação acrescida com o ambiente, com ingredientes 100% naturais e métodos de extracção amigos do ambiente. Gostei!





*post escrito em parceria com a Bioten
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Não sei para onde vou.

Não sei para onde vou. Tenho 31 anos e não sei o que o futuro me reserva. Não sei bem o que vou fazer. Não que tenha dúvidas do(s) meu(s) talento(s), mas tenho medo. Tudo me parece difícil de concretizar ou não sei bem como lá chegar. Pelo menos não sem pesar todos os prós e os contras e encaixar as minhas filhas em novos projectos. Não sem ponderar bem o que desejo para elas e para mim, enquanto família também.

Agora que já provei o gostinho de as ir levar tarde e buscar cedo (e o bem que isso nos faz) é como se o regresso para um trabalho mais "convencional", no qual os horários esticam, me causasse alguma angústia. Mas a vontade de uma nova aventura está lá. A vontade de voltar a sentir-me livre criativamente, de voltar a estar com pessoas, de trabalhar em equipa, de sentir aquele nervosinho de prazos a terminar, de metas por cumprir. 

Só estou bem aonde não estou? Sim, talvez. Sempre fui esse bichinho inconformado que nunca consegue estar parado. Estudei para ser jornalista, mas acabei por me apaixonar pelo entretenimento. No entanto, grávida da segunda filha, despedi-me para poder ser mãe a tempo inteiro e dona de casa. Tive a experiência mais maravilhosa da minha vida ao estar um ano e três meses dedicada à minha filha mais nova, em casa. Não trocava pelo emprego mais bem pago do mundo. Fizemos ajustes, mudámos de cidade. Zero arrependimento. Fez-me ser e estar mais presente na vida delas. Mas agora que ela já se adaptou tão bem à creche, que já fizemos este desmame, sinto que posso dar o próximo passo. Queria uma coisa estável, que me garantisse um ordenado ao fim do mês, mas que me deixasse livre para criar. Que não fosse monótono. Voltar a trabalhar em televisão? Trabalhar numa agência de comunicação, quem sabe numa área mais virada para o digital? O que vou ser a seguir? Está tudo em aberto e isso é bom, só pode ser bom. 

Claro que às vezes me chateio por não ter a certeza absoluta da minha vocação. Invejo, de certa forma, aquelas pessoas super decididas, que sempre souberam o que queriam ser, estudaram para isso e são isso. Deve ser menos um peso na vida delas. 

Mas como posso eu ficar chateada por gostar de fazer coisas diferentes? Por ter optado pela família numa altura em que achei que seria o melhor para todos? Por querer sorver o melhor da vida? 

Tomei a decisão que me fez ser mais feliz. Fui e sou uma privilegiada. Mas agora sinto que a minha felicidade também passa pela minha autonomia financeira, pela minha vontade de voltar a ser activa e por trabalhar, mantendo, claro, esta minha paixão que é o blogue. 

Futuro, aqui vou eu.
[Wish me luck]








Fotografias - The Love Project
Penteado e maquilhagem - Cut by Kate
Camisola e calças - Ivens

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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

E se levássemos os bonecos dos nossos filhos ao hospital?

A minha mãe conta que eu, quando era criança, tive uma fase de terror a batas brancas. Apanhei uma vez uma profissional de saúde que não conseguia encontrar a minha veia para tirar sangue e andou ali duas, três, quatro, cinco vezes a chafurdar, sem desistir. Imagino que deva ser muitooooo difícil para o profissional, mas pelos vistos para mim também foi. Lá assumiu que não estava a conseguir e deu lugar a outra profissional que, coincidentemente ou não, encontrou a veia à primeira. Se na minha altura houvesse uma iniciativa tão fixe como esta do  Hospital dos Pequeninos, eu teria provavelmente conseguido superar aquele trauma mais rápido. 

Este projecto, da Associação de Estudantes da Faculdade de Medicina de Lisboa (AEFML), já vai na XVI edição e a ideia é, claro, reduzir a ansiedade ou medo que algumas crianças sentem em ambiente hospitalar ou na presença de um profissional de saúde. As crianças, entre os 3 e os 7 anos, só têm de levar os seus bonecos ou peluches doentes e brincar com eles naquele ambiente que recria um hospital, desmistificando assim todos os procedimentos, com espaços como a farmácia, a consulta, as análises, a operação e por aí fora...



O Hospital dos Pequeninos decorre em dois grandes momentos:
· Um fim de semana dedicado às famílias no Pavilhão do Conhecimento nos dias 18 e 19 de Novembro, entrada livre e gratuita!
· Para as escolas que efectuem marcação, dias 20 a 24 de Novembro no Refeitório I dos Serviços de Acção Social da Universidade de Lisboa ("Cantina Velha da UL")



Para mais informações poderão consultar o Site do Hospital dos Pequeninos, o Facebook ou contactá-los para o e-mail hpequeninos@aefml.pt ou para o número de telefone 217 818 890


   
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O que fazer ao cabelo ralinho desta miúda?

Contem-me tudo. Com quantos meses lhes cortaram o cabelo? Eu ainda só lhe pus a tesoura na franja, mas acho que está a precisar de mais qualquer coisa... 

Conta a minha mãe que eu era tal e qual (felizmente ficou mais forte com a idade e hoje tenho um cabelo encorpado e bastante). O David não tinha, em miúdo, (e não tem) o cabelo mais forte do mundo. E, pelos vistos, as duas miúdas vieram com cabelo fininho, fininho (e pouco, parece-me). O da Luísa está naquela fase que nem é carne nem é peixe. Nasceu com imenso cabelo, preto, caiu quase todo e nasceu mais claro. É castanho claro.

Devo cortar? Devo deixar crescer? Decisions, decisions...💇


Golinha - Catavento


Vai na volta e corto-lhe o cabelo a ela e a mim, que eu ando com uma vontadinha de voltar a fazer um corte deste género, ou ainda mais curto:









   
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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

O cancro que levou a minha avó.

É a única doença da qual tenho medo. Não que viva atormentada, mas já me aconteceu estar à espera dessa notícia. Como se fosse uma inevitabilidade. Já olhei para o telefone a vibrar e esperei três segundos, respirei, e pedi "que não seja a dar-me a notícia de que está doente". Já me passou.

A minha avó Isabel morreu tinha eu 12 anos. 
Lembro-me bem demais. 
Do bom e do mau. 

Lembro-me do cheiro a café "a fingir" nas manhãs em que lá dormia, que mais tarde percebi ser cevada, das viagens de autocarro com os velhotes em que me levava, uma das quais metia piscinas e escorregas e outra uma cheia de flores de papel penduradas, que penso agora ser Campo Maior. Se fechar os olhos, recordo-me da finura dos lábios, dos óculos grossos, das pernas altas, parecidas com as minhas talvez, dos pés grandes, como os meus, da voz trémula e de uns olhos meigos mas tristes, de muita pancada da vida, de uma filha que lhe morreu ainda bebé, de operações e de uma saúde debilitada. Lembro-me dos mimos, de nos deixar saltar no sofá e brincar com aqueles bonecos de louça que eram bibelots nos armários dela, que na minha casa não havia, para muita pena minha. Lembro-me do dia em que vomitei amoras, lembro-me das mãos delas, enrugadas, grandes, a secar-me o cabelo e de me deixar dormir na mesma cama dela, a "fazer caixinha" (e não conchinha, como a maior parte das pessoas diz): curiosamente lembro-me de ser eu a meter o meu bracinho por cima da barriga dela. 

Lembro-me de me mostrar a cicatriz na zona da mama, que lhe foi retirada. Lembro-me de viver ainda algum tempo (anos?) assim, mais debilitada mas a dar a volta por cima, aparentemente. Lembro-me de piorar, porque o cancro chegara aos ossos. Lembro-me de quando me disse, no hospital, que já não me iria ver casar. Lembro-me de lhe mentir, com o sorriso maior que arranjei, que ia ver sim senhora e que para não dizer disparates. Quis tanto acreditar naquela mentira... 
Já não a vi nos últimos dias, em que o delírio e as visões da mãe faziam parte, em que já não via nem conhecia ninguém. Ainda bem, não teria tido coragem. Mas já sonhei que me tinha ido lá despedir. 

Não me lembro do momento em que recebi a notícia. Lembro-me de que o dia do funeral foi o mesmo dia em que apareci pela primeira vez na televisão, no Buereré (que era gravado) com os Onda Choc. E lembro-me dessa ambivalência. De estar triste e de estar contente e de disfarçar que estava contente porque me pareceu mal. Não me lembro de muito, depois.

Tenho saudades dela. Tenho pena de não a ter tido mais na minha vida. Tenho muita pena que ela não me tenha visto crescer, não me tenha visto namorar, estudar, ter filhas. Foi-se embora cedo. 

E a partir daí, fiquei com medo desta doença, que mina as vidas de tanta gente. Curiosamente, quando descobri um nódulo na mama que aumentou muito, depois de ter a Isabel, e cuja biópsia foi inconclusiva, quando tive de ser operada, nunca senti medo, excepto na véspera, como escrevi aqui. Achei que não seria nada de grave e que, mesmo que fosse, eu iria superar. 
Mas, a verdade é que, de forma geral, esta doença assusta-me. Vejo muita gente a passar por ela e felizmente mais, muito mais, pessoas a superá-la. Vejo muitas famílias a viver com esse fantasma. Olho para estas pessoas de uma forma absolutamente inspirada, pela força que encontram e que arranjam para acalmar e contagiar os outros. 

A doença que levou a minha avó não há de levar mais ninguém que eu ame, se Deus quiser. Que não vos falte força para enfrentá-la, caso se tenham cruzado com ela. 
E que estejamos atentos a nós, bem atentos, que façamos análises e exames regulares para que, caso nos bata à porta, seja cedo para lhe darmos um chuto.


   
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Os meus youtubers favoritos

Não sou a pessoa mais assídua no Youtube deste mundo, a não ser para ouvir música (uso mais o Youtube do que o Spotify, sim, sou dessas pessoas. Acho que tem a ver com o facto de sempre ter feito imensa pesquisa de músicas para programas de tv a partir do youtube). Não sei quem são os youtubers portugueses do momento, mas estou a par do fenómeno - vi uma reportagem sobre eles e já li algumas crónicas sobre o assunto, nomeadamente este pedido de ajuda que esta mãe/psicóloga lhes fez. 

No entanto, há alguns youtubers - nada a ver com os de cima - que vou seguindo, de vez em quando, e dos quais gosto muito! Fazem-me pensar, rir, chorar!





Adoro, adoro, adoro. Despretensiosa, inteligente, empoderada. Acho-a muito inteligente e faz aquela coisa de desromantizar a maternidade e de falar de temas tão importantes na nossa sociedade, ainda tão machista e preconceituosa. 



Foi o Renato quem ma apresentou. Fala de tudo, de todos os temas do mundo e de mais alguns, e fala de tudo com imensa simplicidade, sabedoria e algum humor. É a prova viva de que menos é mais e que o conteúdo é o mais importante (às vezes grava com a webcam mesmo e zás). Adoro-a. (ainda tenho muitooooos vídeos para pôr em dia, descobri-a "tarde", mas de vez em quando tiro meia hora para a ouvir. Vejam este que também é muito bom: Criança boa é criança quieta.


- Paizinho, vírgula

Já vos falei dele aqui. Se querem aprender alguns truques de disciplina positiva para contornar o estalo e os gritos, é segui-lo. Além disso, tem reflexões maravilhosas, com a maior boa onda e piada. É fácil ouvi-lo e percebê-lo.


- Marcos Piangers (o Pai é Pop)

Se querem chorar, rir e ganhar um quentinho no peito, é segui-lo. Ficamos com pele de galinha, queremos ser melhores mães e pais, queremos aproveitar cada segundinho dos nossos filhos, de forma plena. Ele não teve pai e quis ser o melhor pai do mundo para as suas filhas. Absolutamente inspirador.



São estes. Querem partilhar os vossos, please! (não que vá ter tempo para seguir mais, mas quem sabe...) eheh
 
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